A Era dos Extremos

Por um lado, igrejas dinásticas, elitezinhas que são formadas ao redor de um princepezinho ou de uma princesinha, pastores que dão ordem a anjos – tipo, oi?! Jesus? -, “revelações” que passam longe de serem aprovadas pela Bíblia. A Palavra já não é suficiente, tem que ter “um toque a mais”, tem que ter diversão e entretenimento, tem que agradar aos homens, não importa se Deus tá se agradando ou não. “Deus é amor”, mas esquecem que Deus não deixa o pecador no mesmo estado em que ele está e que conversão sem mudança é só sentimentalismo. Erguer de mãos, choro, pulos, barulho, histeria, culto sem ordem, irreverência. Deus não é mais Pai, Ele é avô, quase um Papai Noel. Líderes sem consagração, libertinagem com máscara de liberdade. Transporte do mundo para a Igreja, deixando de ser LUZ, deixando de fazer a diferença. Direito de exigir de Deus alguma coisa, se achar no direito de dizer: “Deus conta com você!”, “Deus te chama e diz: meu filho, eu preciso de você!” e, em nome da persuasão e de igrejas mais cheias, esquecem que Deus é SOBERANO e que Ele não precisa de você coisa nennhuma! Ele nem precisava ter criado NADA se não quisesse. Culto sem razão.

Por outro lado, liturgias implacáveis, cultos mecânicos, falta de postura e de liderança, a tradição e a institucionalização pondo em risco o dinamismo e a espontaneidade que o culto deve ter. Pastores que são mais governantes do que pastores, que conduzem menos e impõem mais, juventude acomodada e segura, sem, no entanto, sair do seu lugar de conforto, igrejas frias, adoração mecânica, estática, sem vida. Zelo exacerbado, na tentativa de se mostrar separado do mundo, acabando por esquecer que a oração foi “Não peço que os tire do mundo, mas sim que os livre do mal”. Tanto esforço por se mostrar diferente do mundo, que acabam por afastar-se das pessoas, achando-se mais santos e corretos do que aqueles “pecadores”. Não sabendo como lidar com a transmissão do mundo para dentro da Igreja, acabam por esquecer que Cristo os enviou ao mundo, como Ele mesmo foi enviado, para espalhar as boas novas. Luzes que são colocadas embaixo da cama e não brilham, não aparecem, não desafiam, se calam. Funcionalismo, orgulho de um passado que PASSOU mas que insistem em ressuscitar, esquecendo que Deus estabelece os tempos e que o AGORA deve ser levado em conta e aspectos de uma cultura totalmente diferente da nossa não podem ser trazidos para nós como mais corretos e santos. Homens que são aclamados como pioneiros da Fé, quando o Grande Pioneiro é que deveria ser aclamado. Julgamento sem conhecimento, aponta o cisco e não vê a trave, legalismo em máscara de santidade. Culto sem emoção.

É a Era dos Extremos, com suas ondas, impelindo-nos a um lado ou a outro, radicalizando o pensamento, afastando irmãos, fariseu ou moabita, parecem ser os únicos caminhos. Fim dos Tempos, o amor – o verdadeiro amor – e a fé – a genuína fé – se esfriam dos corações. Clamemos por sabedoria, clamemos por moderação, clamemos por verdadeira adoração e quer saber? Ela é VIVA, ESPONTANEA, FRUTO DE CORAÇÕES APAIXONADOS PELO SENHOR JESUS e, por saberem quem é o Rei, é REVERENTE E SANTA!

#prontofalei!

God bless :*

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